
O presidente dos EUA, Barack Obama, em foto de
arquivo (Foto: AP)
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'Custo da inação será alto demais', disse presidente dos EUA.
Reforma é próxima prioridade do Governo Obama.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu neste sábado (17) a ajuda do Congresso americano para concretizar sua reforma no sistema financeiro e advertiu que não aprová-la sairia caro demais para o país.
"Minha esperança é que democratas e republicanos encontrem um terreno comum e avancem juntos. O custo da inação será alto demais", disse Obama, em seu habitual discurso de sábado, transmitido pelo rádio.
A reforma financeira debatida no Congresso americano após a aprovação da reforma no sistema de saúde no mês passado é a próxima prioridade da política nacional do Governo Obama.
O presidente afirmou que a crise econômica que o país enfrentou nos últimos dois anos teve entre outras origens o setor financeiro. "É claro que esta crise poderia ter sido evitada se as empresas de Wall Street tivessem sido mais responsáveis, se os contratos financeiros tivessem sido mais transparentes e se os consumidores e acionistas tivessem tido mais informação e autoridade para tomar decisões", disse Obama em seu discurso.
O presidente acrescentou que a irresponsabilidade não só das empresas de Wall Street, mas também de Washington, resultou na perda de oito milhões de postos de trabalho, de bilhões de dólares e "na negação de inumeráveis sonhos".
Obama assegurou que a reforma protegerá os consumidores como nunca antes e dará maior autoridade a eles, por obrigar os grandes bancos e companhias de cartões de crédito a fornecerem informação clara e compreensível, para que os americanos possam tomar suas próprias decisões financeiras.
Também eliminará os resquícios legais que permitiram a irresponsabilidade dos executivos que não só colocaram suas empresas em perigo, mas toda a economia.
-é isso aí e estamos juntos na Wall Street Reform com Obama!-
edjane maps :)
f-G1
http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/04/obama-pede-apoio-ao-congresso-para-aprovar-reforma-financeira.html











