'Twitter' é a palavra mais popular da língua inglesa em 2009
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boa!-edjane maps
♥Edjane Maps Obama!YES,WE CAN!Obama 2012!WELCOME!♥
Parada comemora o Dia de Ação de Graças
White House Photo, Lawrence Jackson, 11/25/09
As families and friends gather across the country, the White House releases a Thanksgiving edition of the President's Weekly Address.
Happy Thanksgiving!
Given the holiday, we are releasing the President's weekly address today. In this video, President Obama calls to our attention the men and women in uniform who are away from home sacrificing time with family to protect our safety and freedom. He also talks about the progress of health care reform, the Recovery Act, and job creation to ensure that next Thanksgiving will be a brighter day.




I want to deliver, actually, just a quick story, go a little off script. President Lee talked to me about what it was like when he was a young child here in Korea, this country having been torn by war, and the poverty that still existed in the country. And he said, I hope the American people understand how grateful we are for what you've done, because we would not be the extraordinarily strong, prosperous nation that we are, had it not been for the sacrifices of your armed services and the continued contributions that you've made.
And I thought, when the President of a country that's become so successful says that America, and America's armed services in particular, had something to do with the extraordinary success of their country -- he said, that's something you should take great pride in. And I want all of you to know that, because you are carrying that tradition on right here at Osan.
I couldn't come to the Republic of Korea without coming to see you to deliver a simple message -- a message of thanks to you and your families. Because of all the privileges of serving as President, I have no greater honor than serving as Commander-in-Chief of the finest military that the world has ever known. (Applause.)


O presidente dos Estados Unidos encerrou a viagem à Ásia nesta quinta-feira com uma visita à Coreia do Sul.
Barack Obama foi recebido pelo colega Lee Myung-bak na capital Seul. Eles conversaram sobre o criticado acordo de comércio bilateral que ainda precisa ser aprovado pelos respectivos congressos após dois anos da assinatura do pacto.
O arsenal nuclear da Coreia do Norte também foi alvo de discussão. Os líderes renovaram o apelo por uma solução diplomática e pediram que o governo do norte abandone o tom de provocação e enfrentamento.
Obama anunciou que um enviado de Washington vai à Coreia do Norte no dia 8 de dezembro para a primeira reunião bilateral desde que ele assumiu o poder, em janeiro deste ano.
O momento de maior descontração do encontro aconteceu quando Obama ganhou de Lee Myung-bak um uniforme e uma faixa preta de Taekwondo, a luta marcial mais popular da Coreia do Su, que é praticada pelo líder norte-americano.


Obama parte da Coreia do Sul com destino a Washington
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, priorizou nesta quinta-feira (19) na Coreia do Sul as discussões sobre economia e a segurança nuclear.
Ao lado do presidente sul-coreano, Lee Myung-Bak, o líder americano fez cobranças à Coreia do Norte e ao Irã por conta dos programas nucleares desses países.
Obama disse que a Coreia do Norte tem que dar "passos sérios" para encerrar seu programa atômico. Os dois governos exigiram que Pyongyang retome as negociações em troca de ajuda econômica.
O presidente dos EUA anunciou uma viagem de um enviado especial para assuntos nucleares, Setphen Bosworth, à Coreia do Norte em 8 de dezembro para restabelecer diálogo.
"Se a Coreia do Norte está preparada para tomar passos concretos e reversíveis para eliminar o programa de armas nucleares, os EUA providenciarão ajuda econômica", afirmou Obama.
Além do programa nuclear norte-coreano, os dois presidentes discutiram ainda a necessidade de progredir em um acordo bilateral de livre comércio assinado há dois anos. O acordo ainda precisa da aprovação do Congresso dos EUA.
Cerca de 13 mil policiais e soldados participaram do grande esquema de segurança para a visita do presidente americano. A Coreia do Sul foi a última etapa do giro de Obama pela Ásia.
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-yes!-
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f-G1
* Com informações da agência de notícias EFE
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veja video e mais infos:
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Desde 2002, a secretaria de turismo de DC criou o projeto Art on Call, que entregou 122 caixas a artistas e historiadores para que eles produzissem obras de arte se aproveitando das molduras de ferro que abrigavam as antigas caixas de telefone ou usassem os pequenos postes como pontos de informação sobre marcos históricos da capital. O projeto existe até hoje e se arrasta por conta de uma verba reduzida da
Comissão de Artes e Humanidades de D.C. para bancar a transformação das cerca de 1.100 caixinhas existentes em Washington.
O esforço é sensacional, mas o resultado é bastante irregular. Em Mount Pleasent, por exemplo, o artista Michael K. Ross fez pequenas e simpáticas esculturas de cenas do cotidiano da cidade no passado. Em Dupont Circle, onde o projeto começou, os postes trazem geralmente uma pintura de um artista, alguma informação sobre uma casa próxima e um fato histórico acontecido nas redondezas. É de longe o projeto mais bem executado. Outras caixinhas padecem de uma arte que se possa chamar assim, enquanto outras trazem somente informações históricas sobre o local, como uma espécie de enciclopédia nas ruas. Muitas, nem isso. Na esquina das ruas R e New Hampshire, por exemplo (foto ao lado), uma caixa jaz fechada e pintada, sem arte ou informação histórica, porque está fixada nos jardins da maçonaria Eastern Star International, que pelo visto só teve interesse em conservá-la. Ainda assim, é uma das idéias mais legais da administração de Washington.
Arte nas antigas caixas dos telefones de emergência
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por Gilberto Scofield -
-demais!-
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To help keep communities healthy during the flu season, the Health and Human Services (HHS) Center for Faith-based and Neighborhood Partnerships (Partnerships Center) led by Alexia Kelley and with support from the Centers for Disease Control and Prevention, released an H1N1 Flu guide specifically targeted to help community and faith-based organizations. Flu season is in full swing, and communities are finding innovative ways to spread awareness through community outreach programs. Here are just a few examples.
The H1N1 Flu guide, which is also available in Spanish online, provides specific action steps that community and faith-based organizations can take to help keep communities healthy during flu season, including:
We encourage folks to check out the guide, and let us know how we can support local organizations that are helping to keep communities healthy.
Joshua DuBois is the Director of the White House Office of Faith-based and Neighborhood Partnerships
- very important!-
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WHITE HOUSE
I was honored to be a part of President Obama's trip to China this week. We made important progress strengthening our partnership with China on clean energy – a partnership that will create jobs in the United States.
President Obama and Chinese President Hu Jintao announced a series of steps the two countries are taking in this area. Let me highlight three:
First, the two Presidents announced the establishment of the U.S.-China Clean Energy Research Center to facilitate joint work by teams of scientists and engineers from both countries. I signed the Protocol formally establishing the Center with my Chinese counterparts. China and the U.S. are committing $150 million in public and private funding to the center over five years, split evenly between the two countries.
The initial research will focus on three areas that are ripe for cooperation and crucial in the fight against climate change: energy efficient buildings, clean vehicles, and clean coal -- including carbon capture and storage. (Read the Fact Sheet: U.S.-China Cooperation on 21st Century CoalThese are also key technologies for job creation in the United States.
President Barack Obama, Chinese President Hu Jintao, and their delegations hold a bilateral meeting at the Great Hall of the People in Beijing, Nov. 17, 2009. (Official White House Photo by Pete Souza)
Second, President Obama and President Hu launched the U.S.-China Electric Vehicles Initiative. (Read the Fact Sheet: U.S.-China Electric Vehicles Initiative.) We will be developing joint standards and public education efforts, and conducting joint demonstration projects between sister cities in the United States and China. Like the U.S., China is heavily dependent on oil imports, so this work is in the best interests of both countries.
Third, we've launched a joint Action Plan on energy efficiency. (Read the Fact Sheet: U.S.-China Energy Efficiency Action Plan.) We've pledged to work with each other – and with the business community – to develop energy efficient building codes and rating systems. We'll train building inspectors and auditors who can evaluate the energy efficiency of industrial facilities and recommend improvements that pay for themselves. We're also going to harmonize energy efficiency test procedures and performance metrics for appliances and other products. This will not only improve efficiency but also help U.S. manufacturers get access to the Chinese market.
Historically, partnerships in science and technology have often been the leading edge of diplomacy – and that is certainly true with China. More than 30 years ago, the very first agreement we signed after normalizing relations was on science and technology. We're building on a very strong foundation, and I believe our work will facilitate cooperation in other areas.
But this partnership will also have a direct benefit to our economy. We have committed to co-develop technologies that will create jobs locally in both countries. As technologies are piloted in China on carbon sequestration, for example, we can apply that experience in the United States.
The race for the clean energy jobs of the future is on, and China is moving quickly. Unless the United States takes bold action, we'll get left behind. That not only means partnering with China where we can, but also passing comprehensive energy and climate legislation that will create a system of clean energy incentives in the United States.
by Secretary Steven Chu on November 18, 2009 at 03:36 PM EST


Copyright © 2009, The Los Angeles Times
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Obama (D) é recebido pelo embaixador sul-coreano em Washington, Han Duk-Soo, ao desembarcar na base aérea americana de Osan, sul de Seul |
SEUL, Coreia do Sul — O presidente americano, Barack Obama, conclui na Coreia do Sul seu giro pelo continente asiático e em sua agenda de discussões em Seul constam principalmente a questão do programa nuclear norte-coreano e as relações comerciais bilaterais.
Barack Obama e seu colega, Lee Myung-Bak, devem se encontrar nesta quinta-feira para conversar sobre o caso norte-coreano.
A Coreia do Norte interrompeu em abriu as negociações a seis (as duas Coreias, EUA, China, Japão e Rússia) que tentam convencê-la a renunciar às suas ambições nucleares em troca de uma ajuda energética e de garantias de segurança.
Pyongyang indicou que estava disposto a retomar estas discussões, mas desde que os Estados Unidos aceitem antes discussões bilaterais.
A tensão aumentou na região desde que o Norte realizou em 25 de maio seu segundo teste nuclear, além de vários testes de mísseis, e se declarou fora do armistício que colocou fim à guerra da Coreia (1950-53).
Para piorar ainda mais o clima, um incidente naval opôs em 10 de novembro as duas Coreias no Mar Vermelho.
O presidente americano afirmou, sábado, em Tóquio, que os Estados Unidos não se intimidarão com as ameaças norte-coreanas.
Na terça-feira, na etapa chinesa, o presidente Obama defendeu a retomada assim que possível das discussões realizadas em 2003.
"Entramos no acordo para que o processo das negociações seja retomado assim que possível", declarou ao final do encontro com seu colega chinês, Hu Jintao.
Por sua vez, a Coreia comunista pareceu manifestar um gesto de paz ao convidar o enviado especial encarregado do caso norte-coreano, Stephen Bosworth. Com isso, ele deve ir, até o fim do ano, a Pyongyang.
Em termos econômicos, os dois aliados devem manter encontros delicados sobre seu pacto de livre comércio assinado há dois anos, mas ainda não confirmado.
A presidência sul-coreana pediu este mês ao presidente Obama que avance de maneira mais agressiva neste assunto,
Assinado em abril de 2007 pela administração do presidente George W. Bush, o acordo ainda não foi confirmado pelo Congresso americano nem pela Assembleia nacional sul-coreana.
Após sua assinatura, as relações comerciais entre Seul e Washington sofreram fortes impactos devido a um embargo decretado pela Coreia do Sul à carne de vaca americana por questões sanitárias.
Os Estados Unidos condenam Seul por não abrir suficientemente seu mercado aos fabricantes de automóveis americanos com aproximadamente 700.000 carros importados da Coreia do Sul em 2007 contra somente 5.000 carros exportados.
Este acordo de livre comércio, se confirmado, será o mais importante em volume de trocas assinado pelos Estados Unidos desde o acordo com a o Canadá e o México de 1994.
Copyright © 2009 AFP. Todos os direitos reservados.
Copyright © 2009 AFP. Todos os direitos reservadosO presidente americano, Barack Obama, visita a Grande Muralha da China, em Badaling, arredores de Pequim |
PEQUIM, China — O presidente Barack Obama encerrou nesta quarta-feira sua primeira viagem à China, após reuniões com o primeiro-ministro Wen Jiabao e uma visita à Grande Muralha, para seguir par a Coreia do Sul, última etapa de um giro asiático de uma semana.
Obama, acompanhado da secretária de Estado, Hillary Clinton, dos secretários de Comércio, Gary Locke, e de Energia, Steven Chu, encontrou o chefe de Governo chinês em Diaoyutai, residência de recepção dos hóspedes oficiais em Pequim, onde almoçaram antes de o presidente americano sair para visitar a Grande Muralha.
Não foram divulgados detalhes do encontro, mas houve conversas sobre assuntos comerciais e o caso nuclear norte-coreano, um mês depois que Kim Jong-Il informou a Wen Jiabao, em Pyongyang, sobre sua disposição de retomar as negociações, desde que os Estados Unidos aceitem primeiro iniciar discussões bilaterais.
Ao receber seu convidado, Wen Jiabao declarou que esta visita reforça a cooperação e a confiança entre os dois países, destacando a superioridade do diálogo sobr a confrontação, e da parceria sobre a rivalidade.
"Acredito que o presidente Hu e eu concordamos em aprofundar a parceria estratégica e ampliar uma série de casos mundiais para os quais a cooperação sino-americana é crucial", respondeu Barack Obama.
Antes de partir para Seul, ele visitou uma parte da Grande Muralha em Badaling, um dos locais mais próximos de Pequim e mais frequentados pelas autoridades do mundo inteiro.
"É uma lembrança da história antiga do povo chinês", comentou do alto destes muros construídos para conter os invasores bárbaros.
"Isso nos dá uma boa perspectiva de um monte de coisas do dia-a-dia. Elas não representam muita coisa à luz da história", acrescentou.
Durante sua visita, as reuniões do presidente americano, que encontrou terça-feira Hu Jintao, aparentemente não deram origem a muitos acordos concretos, nem a avanços nos confrontos comerciais ou a discussão sobre a subvalorização do yuan.
Obama indicou ter falado dos direitos humanos com seu colega e, em Xangai, defendeu a liberdade da internet, mas o comunicado conjunto com Hu somente citou as "diferenças sobre a questão dos direitos humanos".
Sobre o Irã, o presidente americano elevou o tom da voz, mas Hu Jintao continuou defendendo o diálogo.
No plano comercial, as duas partes se contentaram de rever sua oposição a qualquer forma de protecionismo enquanto as tensões aumentaram nos últimos meses, desde que Washington impôs direitos aduaneiros para pneus chineses, descritos por Pequim como um abuso de protecionismo.
Copyright © 2009 AFP. Todos os direitos reservados
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-maravilha!-
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http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hy1mEP3kbVkeGzvcxvNs8W2OBbHQ
johnny depp by google
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Os leitores virtuais da revista americana People elegeram Johnny Depp o homem mais sexy de 2009. O ator de 46 anos, pai de duas crianças, é o único a levar o título pela segunda vez em uma mesma década, segundo a revista - no entanto, pode-se dizer que o ator Richard Gere furou primeiro esse "bloqueio" já que foi eleito o mais sexy em 1999 e, junto com a mulher, na época (Cindy Crawford), compôs o casal mais sexy em eleição de 1993. Nesta quarta-feira (18), ele juntou-se a Brad Pitt (o mais sexy de 1995 e 2000) e George Clooney (1997 e 2006) como os eleitos duas vezes mais sexy do mundo.
Na terça (17), sites chegaram a divulgar uma suposta capa da People com Robert Pattinson como o mais sexy de 2009. O vampiro Edward Cullen, do filme Crepúsculo (2008), está mesmo na lista, mas não foi a escolha principal.
A lista dos 100 mais sexy incluem ainda Ryan Reynolds, Jake Gyllenhaal, Bradley Cooper, Robert Downey Jr., David Beckham, Gillies Marini, Nick Cannon, George Clooney, Gerard Butler, Hugh Jackman, Zac Efron, Taylor Lautner, Brad Pitt, Chris Pine, Alexander Skarsgård, Simon Baker, Ed Westwick, Ian Somerhalder, Kellan Lutz, Ryan Kwanten, Adrian Grenier, Eric Dane, Ashton Kutcher, Chace Crawford, Chris Rock, Colin Firth, Daniel Radcliffe, Hugh Laurie, David Boreanaz, Donald Faison, John Krasinski, Justin Timberlake, Kal Penn, Leonardo Dicaprio, Marlon Wayans, Ne-Yo, os irmãos Jonas Brothers e os atores da série Glee, entre outros.
A revista People publicou ainda em seu site uma lista de 10 coisas que todo mundo ama sobre Johnny Depp. Confira:
1 - sua beleza física
2 - sua devoção pelos filhos, Lily-Rose, 7, e Jack, 4, frutos do relacionamento com Vanessa Paradis
3 - suas tatuagens (são mais de 12 por todo o seu corpo)
4 - sua gratidão com os fãs
5 - seu estilo retrô
6 - seu senso de humor
7 - seus amigos ecléticos, como o cantor Marilyn Manson
8 - sua sentimentalidade (ele usa acessórios que significam algo para ele, como pulseiras de plástico feitas pela filha)
9 - seu estilo camaleão
10 - o seu amor por Vanessa Paradis
Redação Terra

Keep up with the President during his trip to Asia as he seeks to strengthen diplomatic ties abroad and
strengthen the economy here at home.
Obama visita a Cidade Proibida, em Pequim |
Os presidentes americano e chinês cumprimentam-se após uma entrevista coletiva ==== |
Um dia depois de um encontro com universitários em Xangai, o presidente dos Estados Unidos iniciou nesta terça-feira em Pequim a parte política de sua primeira visita a China.
Após a reunião com Jintao, ambos concederam uma entrevista coletiva conjunta, sem responder perguntas e lendo declarações escritas.
Os dois presidentes se comprometeram com um esforço para manter "relações positivas, globais e de cooperação", mas destacaram as divergências de maneira bastante diplomática.
Temas como o clima, comércio, a cotação do yuan e os programas nucleares iraniano e norte-coreano estavam na pauta do encontro.
Uma cerimônia de recepção aconteceu no Palácio do Povo, na praça Tiananmen (Paz Celestial), no coração de Pequim, onde foram ouvidos os hinos das duas potências mundiais.
"Esta é sua primeira visita, permita-me dar uma recepção quente na China", declarou Jintao em um dia com temperatura abaixo de zero na capital do país.
"O senhor tem trabalhado muito em prol das relações China-EUA", completou.
Já Obama, acompanhado pela secretária de Estado, Hillary Clinton, reiterou a vontade de cooperar com Pequim.
"Pensamos que um diálogo forte é importante não apenas para os Estados Unidos, como também para o resto do mundo", declarou no início da reunião, antes da imprensa ser convidada a deixar o local.
No único tema de aparente concordância total, Estados Unidos e China afirmaram desejar que a conferência internacional sobre o clima, que acontecerá no próximo mês em Copenhague, resulte em um acordo com "efeito imediato".
Depois de destacar progressos na questão nas conversações com o presidente Jintao, Barack Obama declarou: "Sem os esforços da China e dos Estados Unidos, os maiores consumidores e produtores de energia, não pode haver soluções". "Concordamos em trabalhar juntos para alcançar um êxito em Copenhague", completou Obama.
"Nosso objetivo não é um acordo parcial, nem uma declaração política, e sim um acordo que cubra todas as questões nas negociações e que tenha um efeito imediato".
China e Estados Unidos são os dois maiores poluentes do planeta e muitos países esperam iniciativas das duas grandes potências econômicas na Conferência sobre o Clima, prevista de 7 a 18 de dezembro para a capital da Dinamarca.
Em um comunicado conjunto, os dois países reiteram que um acordo em Copenhague deverá estar "baseado no princípio de responsabilidades comuns, mas diferenciadas", com metas de redução de emissões por parte dos países desenvolvidos e ações nacionais apropriadas de atenuação por parte dos países em desenvolvimento".
Muitos países aguardam iniciativas de Washington e Pequim antes do evento de Copenhague, mas alguns temem que decepcionem a comunidade internacional, apesar de suas responsabilidades.
As declarações mostraram ainda diferenças entre as duas grandes potências, cada vez mais interdependentes economicamente e com peso crucial nas grandes crises mundiais.
Na economia, o presidente chinês declarou que os dois países devem rejeitar o protecionismo e fazer todo o possível para resolver as divergências comerciais.
"Nossos dois países devem opor-se ao protecionismo e rejeitá-lo", declarou Jintao, que também destacou o fato de Pequim e Washington terem reiterado a vontade de trabalhar juntos para "resolver de forma apropriada as divergências econômicas e comerciais".
O porta-voz do ministério chinês do Comércio denunciou na segunda-feira um protecionismo crescente nos Estados Unidos, acusação rebatida pelo secretário de Comércio americano, Gary Locke.
No campo comercial, as relações bilaterais são tensas nos últimos meses, com uma série de investigações antidumping dos dois lados, ou medidas alfandegárias, como as decididas pelos Estados Unidos contra os pneus chineses.
A respeito do yuan, outro tema de divergências, Obama manifestou satisfação com as declarações da China a favor de uma taxa cambial mais guiada pelo mercado quando chegar o momento.
Na questão nuclear, Washington e Pequim advertiram que o Irã que deverá assumir as consequências de um bloqueio na negociações sobre seu programa nuclear.
"Concordamos que a República Islâmica do Irã deve dar garantias à comunidade internacional de que seu programa nuclear é pacífico e transparente", declarou Obamaa.
"Nesta questão, nosso dois países e o restante do grupo 5+1 (EUA, China, Rússia, França, Grã-Bretanha e Alemanha) estão unidos.
"O Irã tem a oportunidade de apresentar e demonstrar que suas intenções são pacíficas, mas se não aproveitar esta oportunidade, haverá consequências", advertiu Obama.
A China sempre se mostrou reticente a respeito de sanções contra o Irã e prioriza a diplomacia.
No entanto, um comunicado conjunto divulgado nesta terça-feira destaca a preocupação de Pequim e Washington com os últimos acontecimentos relacionados ao programa nuclear iraniano.
Ao mesmo tempo, os dois países reiteraram o compromisso com uma desnuclearização da península coreana e o apoio ao reinício das negociações multilaterais, abandonadas em abril por Pyongyang.
A Coreia do Norte deixou a mesa de negociações para a suspensão de seu programa nuclear entre seis países (EUA, as duas Coreias, China, Rússia e Japão), mas no início de outubro se declarou disposta a retomar as conversações, com a condição de ter um diálogo bilateral prévio com os Estados Unidos.
Em mais um assunto delicado, Obama afirmou a Jintao que é favorável a uma rápida retomada das discussões entre Pequim e representantes do Dalai Lama, líder espiritual dos tibetanos, informou uma alta fonte da delegação dos Estados Unidos que visita a China.
"Destacamos que os Estados Unidos reconhecem que o Tibete faz parte da República Popular da China e apoia uma rápida retomada do diálogo entre representantes do Dalai Lama e Pequim", declarou Obama, segundo a fonte.
O Dalai Lama é considerado um perigoso separatista por Pequim, acusação rejeitada pelo Prêmio Nobel da Paz, que reivindica uma ampla autonomia para a região do sudoeste da China.
Mais tarde, em um frio glacial, Obama visitou a Cidade Proibida, a antiga residência imperial, fechada aos turistas, antes de um jantar de Estado oferecido por Hu Jintao.
Copyright © 2009 AFP. Todos os direitos reservados.
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-é isso aí Obama!-
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