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The death of Michael Jackson has been ruled as homicide due to intoxication by anaesthetic, an LA coroner has said.
The singer died in June from cardiac arrest at his home in Los Angeles.
Jackson had lethal levels of a powerful anaesthetic, propofol, in his body when he died, coroner's office documents have already shown.
Police have interviewed his doctor, Conrad Murray, but he has not been named as a suspect. He has strenuously denied any wrongdoing.
"The cause of death was established as acute propofol intoxication," the coroner's report said.
"The manner of death has been ruled: Homicide," it adds. In the US, the crime of homicide includes manslaughter.
A cocktail of six drugs - including Midazolam, Diazepam, Lidocaine, Lorazepam and Ephedrine - were detected in his body, the report said.
Lethal levels of propofol were judged to be the cause of Jackson's death, said an initial affidavit by the city's chief coroner.
According to those documents, Jackson's doctor told police he had been giving the singer the drug as part of his treatment for insomnia.
But, he said he had been concerned Jackson was becoming addicted to the drug and had been trying to wean him off, using alternative drugs.
-- Michael Jackson ganha quadrinhosConfira o preview de mais um tributo que fizeram para o astro do pop edjane maps f-yahoo |
The Cabinet Honors Senator Kennedy
It is no coincidence that for all of the diversity in President Obama's Cabinet, virtually every member has been touched in a profound way by the life of Senator Ted Kennedy. Read a sample of statements that have been issued today.Flu.gov Webcast on H1N1 and Pregnant Women
With flu season approaching, watch the webcast on pregnant women and H1N1 at Flu.gov tomorrow at 1:00 PM.
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Bandeiras tremulam a meio mastro em Oak Bluffs, em Martha's Vineyard, Massaschusetts, onde a família Obama passa férias | ||
Edward "Ted" Kennedy, o "leão" da esquerda americana falecido na véspera, aos 77 anos, transmitiu simbolicamente a tocha dos ideais de sua família a Obama, num momento chave das primárias nas quais o agora presidente enfrentou Hillary Clinton, quando o jovem senador negro por Illinois estava longe de uma vitória segura.
Este apoio causou uma verdadeira comoção no final de janeiro de 2008, quando se aproximava a chamada "Super Terça", quando metade dos estados do país realizam suas primárias.
Os estrategistas da ex-primeira-dama, amiga de longa data do senador Kennedy, minimizaram o impacto desse gesto, dando a entender que Ted Kennedy já havia perdido sua aura política. Ledo engano, segundo os especialistas pró-Obama.
O presidente, de férias no luxuoso balneário de Martha's Vineyard, bem perto da mansão dos Kennedy, admitiu na quarta-feira o quanto devia ao senador.
"Eu apreciava sua confiança e seu apoio foi essencial em minha campanha presidencial", declarou.
Já Hillary, deixando de lado as feridas, homenageou "um de nossos melhores homens de Estado e um amigo muito querido".
Kennedy anunciou seu apoio a Obama num ato na American University de Washington, no qual se referiu aos anos 60 para fazer de Obama o herdeiro espiritual de seu irmão, o presidente John F. Kennedy.
"Recordo de outros tempos, os anos 60 (...). Tínhamos um novo presidente que inspirava o país, especialmente os jovens, a buscar uma nova fronteira", afirmou Edward Kennedy na ocasião.
O apoio do senador também contribuiu para forjar a imagem política de Obama como um orador idealista, membro de uma nova geração e com uma família jovem reforçando o paralelismo com JFK.
Para Costas Panagopoulos, analista político da Universidade de Fordham (Nova York), o apoio do senador "foi decisivo, pois eleitores democratas têm um respeito enorme por Ted Kennedy".
Em seu discurso, Kennedy também refutou o argumento central dos Clinton: que Obama era ingênuo, inexperiente e não estava pronto apra ocupar as mais altas funções em um mundo ameaçador.
O senador recordou como o ex-presidente Harry Truman havia usado os mesmos argumentos em relaçao a JFK.
"E John Kennedy respondeu na ocasião: 'O mundo muda. Os velhos métodos já não funcionam. É hora de uma nova geração de dirigentes'", declarou Kennedy, acrescentando: "Foi algo semelhante o que acontece hoje com Barack Obama".
E mesmo já gravemente doente, o senador de Massachusetts fez uma aparição surpresa na convenção democrata reunida em Denver (Colorado, oeste), onde fez vibrar a multidão com seu carisma e caraterístico bom humor.
"Vamos trabalhar, a esperança ressurge e o sonho continua", proclamou no dia 25 de agosto de 2008, exatamente um ano antes de morrer.
Copyright © 2009 AFP. Todos os direitos reservados.

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O presidente americano, Barack Obama, discursa sobre a morte do senador, Ted Kennedy, em Martha's Vineyard, Massaschusetts | ||
CHILMARK, EUA — O presidente Barack Obama afirmou nesta quarta-feira que Ted Kennedy, falecido na terça-feira à noite, era uma "personalidade excepcional" da história americana, que influenciou muitas pessoas.
"Mesmo sabendo há algum tempo que este dia chegaria, esperávamos com um pouco de medo", disse Obama na casa que alugou para as férias de uma semana na ilha de Martha's Vineyard.
"O transbordar de amor, gratidão e recordações da qual todos fomos testemunhas é um testemunho da forma como esta excepcional personalidade da história americana influenciou tantas vidas", completou.
Em uma primeira reação à notícia da morte, Obama e sua esposa Michelle se declararam "inconsoláveis".
"Michelle e eu ficamos inconsoláveis quando soubemos esta manhã da morte de nosso querido amigo, o senador Ted Kennedy", afirmou o presidente, que está de férias no balneário de Martha's Vineyard, no estado de Massachusetts.
"Acabou um importante capítulo de nossa história. Nosso país perdeu um grande líder, que recuperou a tocha de seus irmãos falecidos e se transformou no maior senador americano de nossa época", completou.
O senador apoiou Obama durante a campanha eleitoral do ano passado e compareceu à convenção democrata em Denver há 12 meses, apesar da doença, para pedir votos àquele que se tornou o primeiro presidente negro dos Estados Unidos.
Ted Kennedy morreu na noite de terça-feira em Hyannis Port, perto do local onde os Obama passam férias, depois de lutar contra um tumor cerebral durante pouco mais de um ano.
Após o anúncio da morte do senador, a presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, afirmou que o sonho do democrata de uma reforma do sistema de saúde nos Estados Unidos será realizado este ano.
"O sonho de Ted Kennedy de um sistema de saúde de qualidade para todos os americanos se cumprirá este ano, graças a sua liderança e inspiração", afirma Pelosi em um comunicado.
O projeto de reforma do presidente Barack Obama - que busca oferecer assistência médica a 47 milhões de americanos que não têm nenhuma - é motivo de profundas divisões no Congresso, incluindo na bancada democrata.
Ted Kennedy, que presidia a Comissão de Saúde do Senado, transformou esta reforma em um de seus cavalos de batalha. Ele tentava reunir um consenso no debate, estendendo a mão aos adversários republicanos.
As reações à morte do senador ultrapassaram rapidamente a fronteira americana.
Em Londres, o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, prestou tributo a Edward Kennedy e afirmou que a morte será chorada em todos os continentes, enquanto seu antecessor, Tony Blair, homenageou um homem "admirado em todo o mundo".
"O senador Edward Kennedy não será chorado apenas nos Estados Unidos, mas em todos os continentes. Era admirado em todo o mundo como o senador dos senadores", declarou Brown.
"Mesmo quando enfrentava a doença e a morte, nunca deixou de lutar pelas causas que foram o trabalho de sua vida", completou o premier, que se declarou "orgulhoso de ter contado Ted Kennedy entre seus amigos" e lembrou que ele foi nomedo cavaleiro de honra este ano.
O antecessor, Tony Blair, saudou uma figura que "inspirou admiração, respeito e devoção, não somente nos Estados Unidos, mas no mundo inteiro".
"Foi um verdadeiro homem a serviço do povo, comprometido com os valores de equidade, justiça e oportunidade".
Blair também saudou a concentração e determinação que Ted Kennedy demonstrou nas negociações de paz que em 1998 resultaram no Acordo da Sexta-Feira Santa na Irlanda do Norte.
O primeiro-ministro irlandês, Brian Cowen, também homenageou Ted Kennedy.
"Os Estados Unidos perderam um grande e respeitado estadista e a Irlanda perdeu um antigo e verdadeiro amigo", declarou Cowen.
"Ted procedia de uma famosa família irlandesa-americana e com seus próprios esforços e conquistas acrescentou ainda mais brilho à reputação de uma grande família".
A família Kennedy tem uma relação próxima com a Irlanda. O bisavô de Ted Kennedy, Patrick Kennedy, emigrou deste país na década de 1840, enquanto sua irmã Jean Kennedy Smith foi embaixadora dos Estados Unidos neste país de 1993 a 1998.
Cowen também lembrou o papel importante de Kennedy no processo de paz na Irlanda do Norte.
Outro que lamentou a morte do senador democrata foi o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
"Kennedy foi um amigo durante 30 anos, um grande patriota americano, um grande defensor de um mundo melhor, um grande amigo de Israel", declarou Netanyahu durante o segundo dia de uma visita a Londres.
Quem também fez declarações similares foi o premier australiano, Kevin Rudd.
"Ted Kennedy foi um grande americano, um grande democrata e um grande amigo da Austrália. Ele fez uma contribuição extraordinária à política americana e uma contribuição extraordinária ao papel dos Estados Unidos no mundo".
(President Barack Obama speaks about the death of Sen. Edward Kennedy, D-Mass., Wednesday, Aug. 26, 2009, in Chilmark, Massachusetts. Official White House Photo by Pete Souza)


A mãe do cantor Michael Jackson, Katherine, disse que o tributo ao filho marcado para o próximo mês em Viena é "uma ideia maravilhosa". "Um evento dessa dimensão não apenas mantém o espírito de Michael vivo, mais do que isso: dá a milhões de fãs a oportunidade de viver sua música e celebrar a vida do meu filho", afirmou Katherine, em carta tornada pública hoje. "Eu tenho certeza que Michael iria amar (o tributo)." O show do dia 26 de setembro, organizado pelo irmão de Michael, Jermaine, vai acontecer na frente de um palácio do século 17 na capital austríaca. Os participantes do tributo ainda não foram anunciados. Escrita à mão, a carta é datada de quinta-feira e foi tornada pública pelos promotores austríacos do evento, o World Awards Media GmbH. O promotor Georg Kindel disse que o tributo foi originalmente planejado para acontecer no estádio de Wembley, em Londres, no dia 29 de agosto, data em que Michael completaria 51 anos, mas Jermaine Jackson decidiu realizar o evento em Viena. A capital da Áustria abriga muitos castelos e o irmão do astro do pop disse que a cidade foi escolhida como o local do show porque Michael Jackson "amava castelos". A mãe do cantor também se dirigiu aos fãs, dizendo que estava "emocionada pelo amor e apoio que meu amado filho Michael recebeu no último mês". Na semana passada, a intensa procura por ingressos para o show em Viena fez o site de venda entrar em colapso. Os preços variam de 63 (US$ 90) a 518 (US$ 742). Nina Ellend, chefe de publicidade da World Awards Media GmbH, afirmou que milhares de ingressos foram rapidamente arrebatados e que a venda está sendo realizada em etapas. De acordo com meios de comunicação austríacos, Madonna, U2, Lionel Richie e Whitney Houston podem estar entre os artistas presentes no tributo na capital austríaca. Porém, o site do show informa apenas que a apresentação vai incluir "alguns dos artistas contemporâneos mais populares". Metrô Uma vereadora da cidade de Nova York quer homenagear Michael Jackson dando o nome do cantor à estação de metrô onde ele gravou o videoclipe da música "Bad". A vereadora Letitia James quer a colocação de uma placa na estação Hoyt-Schermerhorn, no Brooklyn, ou que o nome "Jackson" seja adicionado ao nome da estação, segundo o jornal "New York Post". O porta-voz da Autoridade de Transporte Metropolitano, Kevin Ortiz, disse hoje que é pouco provável que a proposta seja aceita. Segundo ele, agência proíbe a colocação de placas nas estações, mas está desenvolvendo um guia para a nomeação desses locais. Michael Jackson, que morreu no dia 25 de junho, gravou o videoclipe, dirigido por Martin Scorsese, na estação do Brooklyn em 1987. muito bem-edjane maps f-yahoo |
Michael Jackson pode virar baiano[?]
A ideia é homenagear o cantor que gravou o clipe "They don´t care about us" na cidade, com Olodum.
Se for aprovado, o próximo passo será providenciar a entrega do título a um representante da família do homenageado, de preferência à sua mãe, Katherine Jackson. O projeto já está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara de Salvador e depois segue para votação em plenário. É esperar para ver









-excellent!-edjane
P.S-...in august 23,happy hollidays Obama and family...
''Obama ,em Martha's Vineyard,você vai passar
as férias cercado de brasileiros -
em território americano.rsrsrs
boa viagem,até logo!-
edjane maps:-)''
f-white house blog
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O aventureiro Um dos últimos exploradores ingleses, Fawcett vestia botas de montaria e tinha um inseparável chapéu Stetson. Nas expedições munia-se de facão, bússola, sonhos e coragem |

Foi nessa parte da floresta que Fawcett se embrenhou para tentar descobrir a Cidade Z, suposta civilização que ele acreditava existir escondida nas densas matas. Era o ano de 1925 e essa seria a terceira - e última - expedição de Fawcett ao Brasil. Ele, o seu primogênito, Jack (que sonhava em ser ator de cinema), e o melhor amigo do filho, Raleigh Rimell, ambos com 18 anos, desapareceram nessa rota - os únicos vestígios são uma placa com o nome do coronel (que pode ter sido usada como lápide) e a bússola que lhe pertenceu. Uma das hipóteses é de que eles tenham sido capturados e devorados por índios canibais.

A trajetória do geógrafo e explorador Fawcett, membro da Real Sociedade de Geografia inglesa, é narrada no livro "Z, a Cidade Perdida - A Obsessão Mortal do Coronel Fawcett em Busca do Eldorado Brasileiro" (Companhia das Letras), do autor americano David Grann, que se aventurou na floresta, consultou arquivos da Real Sociedade Geográfica e a correspondência do geógrafo entre 1892 e 1915. "Lá estava um mapa da vida de Fawcett e também da sua morte", escreve Grann, que ainda reproduz outra impressão descrita pelo explorador em 1921: "Há poucas dúvidas de que as florestas cobrem indícios de uma civilização perdida com características insuspeitadas e muito surpreendentes." Ele pagaria com a própria vida, aos 57 anos, pelo seu idealismo. E não seria o único em seu tempo.
No final do século XIX e início do século XX, a sociedade britânica incentivava longas e arriscadas expedições e integrá-las conferia status e fama aos aventureiros. O espírito imperialista que reinava almejava colocar no mapa territórios recônditos do mundo. E não poderia haver maior honraria do que ter o nome incluído no rol dos grandes "geógrafos militantes", como os chamava o escritor Joseph Conrad, autor do clássico "Lord Jim". No Brasil, a empreitada de Fawcett também criou rusgas diplomáticas.
O Exército brasileiro, representado pelo marechal Cândido Rondon, declarou na época "não gostar da ideia de um estrangeiro vir aqui para fazer o que nosso país devia fazer por si mesmo". Isso porque Fawcett resistia em levar soldados brasileiros em suas equipes. O desfecho trágico da aventura do inglês, no entanto, atraiu à região outras expedições. Pelo menos duas delas foram capitaneadas por brasileiros. A mais recente, liderada pelo paulista James Lynch, se deu em 2000. A mais importante, porém, coube ao indigenista Orlando Villas-Bôas, que em 1996 pensou ter encontrado os restos mortais de Fawcett numa tribo no Xingu, hipótese que não se confirmou.
![]() | FAWCETT NO CINEMA |

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CULTIVANDO EDIFÍCIOS |
Foi-se o tempo em que madeira certificada e coletores de água de chuva bastavam para garantir o título de prédio sustentável a uma casa ou edifício. Uma nova técnica de construção que usa árvores vivas como infraestrutura para imóveis de até três andares é a última novidade entre os entusiastas do ecologicamente correto. Conhecida como arboarquitetura, ela foi desenvolvida por um escritório alemão chamado Baubotanik com base nas técnicas de uma prática conhecida pelos jardineiros há oito séculos - a arboescultura. A diferença é que, enquanto a arboescultura modela árvores e arbustos já crescidos para fins estéticos, na arboarquitetura a ideia é cultivar uma árvore desde a sua infância para que ela cresça de maneira a ter um papel estrutural. Ou seja, funcionar como o pilar da obra.
A técnica ainda está sendo aprimorada. A primeira construção de porte a sair do papel foi uma estação para observação de pássaros. Concebida para se misturar à paisagem, ela tem dois andares, abriga até dez observadores e tem sua infraestrutura apoiada em cerca de 96 salgueiros. Enquanto as árvores cresciam - foram seis anos de preparação -, elas foram condicionadas a suportar o peso da estação. Em áreas onde a sustentação de carga seria maior, foram pendurados pesos para que o tronco engrossasse. Podas também ajudaram a concentrar a força e a monitorar o crescimento das árvores, para manter a simetria. "Foi um desafio colocar as plantas para trabalhar juntas por um objetivo que não o de simplesmente crescer", diz Oliver Stroz, um dos sócios do Baubotanik.
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Os salgueiros são o alicerce de uma construção que custou R$ 210 mil e é vistoriada anualmente desde 2007, quando ficou pronta, por engenheiros que autorizam seu uso. Antes da estação de observação de pássaros, os arquitetos alemães testaram a técnica com uma passarela elevada, de execução mais simples. A próxima empreitada é um prédio de três andares. No mês passado, eles plantaram as mudas e colocaram os tubos de metal que orientarão o crescimento delas. Além de apoiar estruturas nas plantas, a Baubotanik usa técnicas que fundem chapas de metal e barras de aço com as árvores - que às vezes as rejeitam - para sustentar o piso. E quando as árvores morrem? "Gosto do que é efêmero", explica Stroz. "Muitos prédios são construídos para durar para sempre. Como os nossos estão vivos, um dia eles morrem - e isso é bom."
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Nova York, 21 ago (EFE).- A grande expectativa despertada pela "festa de aniversário" com que o cineasta Spike Lee homenageará Michael Jackson em Nova York no próximo dia 29 obrigou as autoridades da cidade a transferir o evento para um espaço mais amplo, informou hoje o jornal "The New York Times".
"Em princípio, seria um acontecimento em pequena escala, mas agora estamos preocupados com o controle do grande número de presentes esperado", afirmou a vereadora Letitia James à edição eletrônica do "Times".
A celebração, que deveria reunir cerca de duas mil pessoas no parque de Fort Greene, no bairro nova-iorquino do Brooklyn, será agora no Prospect Park, na mesma região.
Com a transferência da festa para um dos maiores parques de Nova York, as autoridades da cidade acham que será possível acolher sem problemas as mais de dez mil pessoas esperadas pelos organizadores.
Lee escolheu o dia em que Jackson completaria 51 anos para homenagear o artista, que morreu de forma repentina em 25 de junho na cidade de Los Angeles.
A celebração coincidiria com o enterro de Michael no cemitério Forest Lawn, em Los Angeles, mas a família do cantor mudou a data do ato para 3 de setembro.
"Será um evento alegre e festivo. No final, cantaremos o 'parabéns' para Michael e temos certeza de que nos ouvirá, porque todo o mundo vai comemorar seu aniversário, mas ele tem que ouvir o Brooklyn", disse o cineasta ao jornal digital "The Root".
Candidato ao Oscar ao melhor diretor por "Faça a Coisa Certa" (1989) e pelo documentário "4 Little Girls" (1997), Lee reconheceu ao "The Root" que ficou abalado com a morte de Michael, que dirigiu em 1997 no clipe da música "They Don't Care About Us", gravado no Rio de Janeiro e em Salvador.
"Éramos da mesma era. Quando era pequeno, queria que meu penteado afro fosse tão perfeito quanto o de Michael", acrescentou o cineasta.
A iniciativa de Lee conta com o apoio das autoridades locais do Brooklyn, que nomearão 29 de agosto como o "Dia de Michael Jackson". EFE
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